Esposa Rabuda Delirando Na Pica Do Amante Dotado

43 seg

Categoria:

Tag:

visualizações

43 seg

Categoria:

Tag:

Esposa Rabuda Delirando Na Pica Do Amante Dotado

Esposa Rabuda Delirando Na Pica Do Amante Dotado

"Quando eu tinha 16 anos já tinha transado com vários amigos, porem todos tinham um dote pequeno de no máximo 15cm e o meu fetiche era transar com alguém bem dotado, eu tinha um colega de escola chamado Diego ,ele era moreno alto sarado, ele era quieto e tinha 17 anos, me aproximei dele e puxei conversa, ele era legal, comecei a conversar com ele por vários dias seguidos pois diziam que ele era gay e tinha um dote enorme, após ficamos amigos convidei Diego para ir na minha casa para nadarmos na piscina, minha mãe ficava o dia todo fora de casa trabalhando então não teria problema … Diego aceitou, então logo depois da escola que acabava 12:00 fomos para a minha casa, tranquei o portão e fomos direto para a piscina, Diego falou se teria problema de ele nadar de cueca e eu disse que não, nadamos por algum tempo e depois começamos a conversar, eu mandei algumas indiretas para ele que percebeu, então ele me perguntou se eu era gay, eu fiquei quieto e ele deu uma risada, disse que eu não precisava ter vergonha porque ele também já tinha feito sexo com homens, eu perguntei se ele era passivo ou ativo e ele respondeu que era ativo, e me fez a mesma pergunta e eu disse para ele que eu era passivo, ele então deu uma risadinha maliciosa e disse se eu achava ele bonito, respondi que sim e então ele perguntou se eu queria transar com ele, fiquei quieto e apenas deu um sorriso malicioso.

E ela “tá bom”… Tava delirando de tesão…a bundinha dela era uma delícia…nossas coxas grudadas também…Minhas mãs estavam na cinturinha dela e meu rosto no seu cabelo.

Estou aqui pra contar sobre a primeira vez que eu gozei,foi num final de semana com meu amante,sabe sempre me perguntei o que era isso é sw eu ja tinha sentido em alguma transa até aquele dia.

Desde adolescente sempre tive o fetiche de ver uma namorada minha dar para outro homem na minha frente, mas nunca encontrei uma mulher que quisesse realizar, todas achavam bizarro e obsceno, até que mais tarde me casei e propus a ideia a minha esposa. -Ahhhhhh – Foi tudo o que ele conseguiu dizer no momento, e assim que recuperou o fôlego me chamou novamente de puta e repetia sem parar :– Aí que delícia, vai rebola mais, sua puta rabuda, vai, vai, isso, rebola essa buceta no meu pau vai.